16 Motivos pra jogar no PC e não no console

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As opiniões divergem sobre o que é melhor para jogar, se são os computadores ou consoles específicos como XBOX, PS3, Wii…. etc.

1. Vale a pena comprar um Playstation 3?
2. Compensa comprar um XBOX?
3. O Nintendo Wii é tão legal assim? Ou é melhor adaptar seus controles a um PC?

A minha humilde opinião prefere os PCs, pelos vários motivos que listados a seguir, mas os consoles também têm o seu fã clube (e sou um fã adepto), e não deixam de ter argumentos fortes. E como eu compraria os consoles somente para ter eles pois acho legal ter um atari, super nintendo, nintendo 64, master system, play 1 2 e 3, Wii, xbox 360 entre outros mas como uma coleção, como ultimamente os lançamentos de consoles são bem caros e as vezes temos aquele PC que é uma máquina que roda todos os jogos ou quase todos os jogos com seus 8 gb de memória ram, 1 tera de hd, 1 gb de vídeo, um processador i7 e com um monitor de 24 polegadas as vezes vale a pena esperar para se ter um xbox 360 de 800.

1: Um PC pode ser atualizado:
Concordo que upgrades em geral são caros, especialmente quando voltados para jogos. Porém, no PC ele ao menos é possível. Você não fica preso a apenas 1 plataforma e pode atualizar quando quiser. Os consoles, ao contrário, são lançados em média a cada 5 anos, o que é uma eternidade em termos de tecnologia.

2: Games para PC são manipuláveis:
Se você só jogou FarCry 2 em um console, provavelmente ficará impressionado com visuais que escondem o verdadeiro potencial do game na versão para PC. Há também recursos como o NVIDIA PhysX, acessível em consoles derivados da NVIDIA, portanto não espere que o Mirror’s Edge seja tão intenso num PS3 ou Xbox 360 como na versão de física melhorada do PC. Há também o clássico exemplo de GTA San Andreas, e seus milhares de mods e carros personalizados, disponíveis somente para PC.

3: PCs emulam consoles:
Os computadores podem rodar qualquer software, inclusive um que simule qualquer console. Se você gosta de Mega Man, Mario Bros ou River Raid, não será necessário desenterrar um antigo Atari 2600 ou NES em um museu. Basta um emulador e um DVD cheio de ROMs. Se preferir, pode até mesmo jogar em Flash no PlayNES.net. Um console é o mesmo, sempre, ali paradinho, alheio à evolução frenética, somente empoeirando na sua estante.

4: Todo mundo tem um PC:
Você pode jogar em qualquer lugar. Seus amigos têm PC’s, um notebook é diversão garantida, simples de carregar.

5: Mouse e teclado ainda são imbatíveis:
Alguns joystics já superam a dupla mouse e teclado, apesar de terem preços salgados e não serem compatível com todos os jogos. Mas nada é tão intuitivo e versátil quanto um mouse e um teclado com mais de 100 teclas!

6: PCs possuem joysticks e gamepads:
Você pode ligar os gamepads dos consoles no PC, e ainda existem gamepads ou joystics ainda melhores, específicos para PCs.

7: Consoles também travam:
Games não possuem a “tela azul”, mas os anéis vermelhos dão a mesma dor de cabeça. As falhas em games para PC são corrigidas muito mais rapidamente!

8: Consoles podem sumir, mas games em PC são eternos:
PCs serão sempre retro-compatíveis. Agora, tente achar um Super Nintendo pra vender hoje! Só em museu!

9: PCs são ilimitados por definição:
Não há nada que os consoles façam que um PC não consiga fazer. Agora, qualquer coisa que exija movimentos precisos e rápidos deixa a desejar no PS3, Xbox 360 e Wii. Jogar games de RTS, como Warcraft, Starcraft em um console é uma bagunça. Mesmo joguinhos simples como Worms precisam de controles mais precisos, como um mouse! Num PC, as possibilidades são imensas!

10: Os jogos nascem nos PC’s:
Nem tudo é lançado para os consoles. As coisas mais legais, estranhas e menos previsíveis do mundo dos games rodam apenas nos PC’s. Basta passar alguns minutos jogando Crayon Physics, DCS Black Shark, Synaesthete, Fret Nice e Iron Dukes.

11: Jogos de PC são mais baratos:
Nos EUA quando Gears of War foi lançado, a versão para Xbox 360 custava 60 dólares, a para PC 50 dólares. No Brasil esse custo varia ainda mais, com títulos top de PC por 99 reais, enquanto os irmãos de console variam de 160 a 229 reais.

12: Partidas online em PC são de graça:
O Multiplayer online nos games para PC sempre foi e sempre será gratuito (salvo os MMOs que possuem tarifações distintas). Isso não é um serviço especial, está atrelado à cultura do consumidor. Além do mais, tais jogos exigem um perfil online, um clã, e um monte de outras coisas que justificam a cobrança.

13: Pirataria não é um problema exclusivo do PC:
Assim como no PC, a pirataria nos consoles é grande. Mas é necessário um número elevado de modificações no hardware dos consoles para aceitar cópias piratas de games. Em geral, tais mudanças invalidam a garantia, isto quando não estragam o console!

14: PCs tem jogos para toda a família:
A variedade de títulos para toda a família nos PCs é muito maior do que para os consoles. Quase todos os jogos tem versões para PC! Sem falar que muitos deles podem ser baixados de graça.

15: Os monitores são muito superiores às TVs:
A resolução nativa dos monitores aproveita muito melhor os recursos dos jogos. As TV’s FULL HD ainda são caras, e monitores de resolução maior (apesar de menores) apresentam uma qualidade gráfica muito mais agradável para jogar!

16: PC’s servem para outras coisas:
Nem precisa explicar. Cansou de jogar? O console não serve mais pra nada… já o PC!


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Só com uma bafeta, esse dublê de cachorro voa longe!

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Rio 2016: Plágio do logo na cara de pau

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Criador da logo Rio 2016 reconhece semelhanças, mas nega plágio

Fred Gelli diz que já esperava por polêmica: 'No processo de criação, fizemos uma pesquisa enorme em busca de referências que pudessem ser conflitantes'

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As semelhanças não podem ser negadas, afirma Fred Gelli. Criador da logomarca para Rio-2016, o diretor de criação da agência Tátil Design nega, porém, qualquer ponta de plágio no processo de criação daquela que será a cara dos Jogos Olímpicos no Brasil. Apesar de também enxergar traços parecidos com a marca da Telluride Foundation (organização não-governamental da cidade de mesmo nome, em Colorado, nos Estados Unidos), ele diz que a escolha passou por uma pesquisa de seis semanas para evitar este tipo de acusação. Mas, por se tratar de um símbolo universal (pessoas se abrançando), a possibilidade de gerar polêmica era grande.

- Nunca tínhamos visto essa marca. No processo, fizemos uma pesquisa enorme em busca de semelhanças e referências que pudessem ser conflitantes. Essa, por alguma razão, passou batida. Existem outras com o mesmo conceito. Quando estamos falando de um grupo de pessoas se abraçando, é uma referência ancestral, está no inconsciente coletivo. Existe na arte rupestre, na arte indígena, espalhada em diferentes expressões artísticas. Mas achamos isso muito positivo. Quando decidimos optar por uma marca humana, queríamos traduzir o jeito carioca de ser, de abraçar quem chega. O brasileiro é o único do planeta a ter a cultura de abraçar quem nunca viu direito. Isso é absolutamente encantador. E o espírito olímpico fala da união dos povos. O princípio da nossa marca é esse.

Gelli lembra ainda de outra semelhança apontada, com o quadro "A dança", do pintor francês Matisse. Ele, porém, afirma que a marca dos Jogos no Rio tem uma característica completamente diferente: o fato de ser tridimensional.

- A marca é radicalmente diferente por ser tridimensional. O Rio, em si, é uma escultura e as pessoas vivem dentro dela. Então, queríamos que a marca possibilitasse isso. Foi muito importante. E é uma diferença radical. Claro que existe semelhança. Mas, quando escolhemos um caminho tão universal, isso ia acontecer.

O diretor afirmou estar tranquilo em relação às acusações de plágio.

- Isso tudo é muito bom. Já esperávamos alguma polêmica. Quando escolhemos um caminho tão universal, algo iria surgir. Mas a marca passou pelo crivo dos maiores especialistas em marcas intelectuais do planeta. Foram seis semanas de pesquisa e não foi identificada nenhuma marca conflito. Isso nos exime de qualquer acusação de plágio. Foram dois meses e meio lapidando a marca. O grupo que criou a marca estava lá em casa ontem e comentávamos isso. O mais louco é que nunca vimos essa marca.


Fonte - G1


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Essa tranqueira tá mais pra transatlântico....

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Renas, bambis, ou gazelas?

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10 Mitos sobre a ressaca

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Mal-estar causado pelo álcool gera comentários que não são verdadeiros.
Veja o teste e confira se você entende sobre os efeitos da ressaca.

Comer antes e enquanto bebe evita a ressaca? Ingerir água intercalando com o álcool evita o mal-estar? E rebater a ressaca no dia seguinte com mais uma rodada de bebidas cura o porre? O Filósofo Dido responde todas essas e outras perguntas pra você.

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Fonte G1

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